Os aeroportos brasileiros têm sofrido inúmeras críticas de autoridades internas e da própria Federação Internacional do Futebol (Fifa), que enxergam possíveis problemas para a edificação da Copa do Mundo de 2014. Reportagens em diversos veículos de comunicação atestam que esses locais já operam em suas capacidades máximas, além de existir a problemática de falta de infraestrutura para comportar veículos automotores nos estacionamentos propriamente designados.
Mesmo assim, o setor parece não sofrer tanto quanto atura em relação às críticas. Nesta quarta-feira, 14 de julho, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) divulgou que a busca de passageiros por transporte aéreo no Brasil ascendeu aproximadamente 16,8% no mês passado em confronto a junho de 2009. Em relação à demanda por destinos internacionais operados pelas companhias nacionais, o incremento na mesma base comparativa foi de 22,3%.
Reportagem emitida pelo portal de notícias G1 diagnostica que nas rotas domésticas a TAM Linhas Aéreas permanece na liderança ante as demais companhias, com fatia de aproximadamente 42,9% do mercado. A Gol/Varig figura em seguida, com 39,1%. A mesma tendência descrita anteriormente é configurada à demanda nas rotas internacionais, com participação de 86,67% da TAM e outros 13,45% da Gol/Varig.
Daqui a três ou quatro anos, quando os aeroportos forem mais bem adequados aos eventos esportivos, as companhias aéreas poderão se beneficiar amplamente ao longo das décadas. Até lá, críticas deverão perdurar.
Por Luiz Felipe T. Erdei
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Viajar por meio de aviões tem sido tarefa menos complicada nos últimos meses para os brasileiros. Passagens mais baratas, formas de pagamento diversificadas e maior poder aquisitivo da população são alguns dos fatores que sugerem a expansão de rotas e maior volume de passageiros transportados.
Na esfera global, revelou a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) no último dia 29, terça-feira, o tráfego de passageiros assinalou aumento anualizado de 11,7% em maio, percentual similar à constatação ilustrada antes da crise financeira global, colapso de abrangência mundial em que diversos países ainda dispensam muitos esforços para superar.
Giovanni Bisignani, executivo-chefe e diretor-geral da entidade, assegura forte demanda no em maio depois do momento negativo decorrente do vulcão na Islândia, no início do segundo trimestre deste ano. De acordo com ele, conforme reportagem do portal Economia UOL, o tráfego de passageiros conquistou alta superior a 1% em relação à recessão e outros 6% em confronto bienal no transporte de mercadorias.
A Europa, atualmente atingida pela crise grega e outros países economicamente importantes à região, foi o local em que se registrou menor ampliação do tráfego aéreo de passageiros. As políticas fiscais do continente, sugere o UOL, são um dos fatores para tal constatação.
Por Luiz Felipe T. Erdei
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O tráfego aéreo brasileiro cresceu cerca de 29,86% nos primeiros cinco meses do ano em relação ao mesmo período de 2009, de acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A ocupação dos voos também teve crescimento, chegando a 60,31% da ocupação total.
Segundo a Anac, o maior avanço foi visto no desempenho das menores companhias aéreas que atuam no país. As empresas Webjet, Azul, Avianca e Trip conquistaram quase 18% do mercado no mês de maio – 5,6% a mais que o mesmo período do ano passado. A TAM terminou o mês com 40,88% do mercado de passageiros no Brasil e a aérea Gol obteve 40,02% do mercado.
No mercado internacional, a TAM conquistou 87,93% dos passageiros contra 12,07% da Gol, que possui menor número de voos e destinos em relação à concorrente. A ocupação das aeronaves foi de 74,20%, em média, contra o percentual de 62,36% no ano passado.
Por Luana Neves
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O assunto em grande evidência entre a imprensa internacional é o gerido pelo segmento aéreo, seja pelos resultados obtidos no primeiro trimestre do ano, seja pela crise instaurada ao setor em virtude do vulcão na Islândia, que expeliu ao ar cinzas prejudiciais às aeronaves.
Embora o último fator acima mencionado possa refletir negativa e economicamente nos próximos meses, a Associação Internacional do Transporte Aéreo (Iata) divulgou que o tráfego aéreo internacional de passageiros teve alta de 10,3% em março deste ano em comparação ao mês igual de 2009.
Para Giovanni Bisignani, diretor-geral da entidade, os números representam forte aumento, mas o fenômeno natural praticamente freou dois anos de desenvolvimento do setor.
Além desse problema global, para o bloco-latino americano, segundo reportagem do Folha UOL, o fator ainda é mais grave porque o terremoto ocorrido no Chile, no final de fevereiro, fez os índices de crescimento despencarem quase quatro pontos percentuais, mesmo depois de terem conseguido se reerguer sutilmente.
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Por: Luiz Felipe Erdei
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A Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) revelou que a demanda por tráfego aéreo de carga ascendeu aproximadamente 25% em dezembro do ano passando, apontando, portanto, um encerramento positivo, mesmo que 2009 tenha sido configurado como um dos piores anos na indústria da aviação.
Entretanto, a Reuters ressaltou que a entidade divulgou correlatamente que o setor da aviação enfrentará um cenário complicado em 2010 para tentar contrabalancear a demanda perdida em 2009 e pelejar com as novas exigências internacionais de segurança.
Essa perda, relatou a Reuters, deve-se ao fato de que o ano passado exigiu que as companhias aéreas encarassem mais de dois anos de queda de crescimento de passageiros conduzidos e três anos e meio de ampliação abafada em fretes de cargas.
Os dados para este ano, enfim, podem ser realmente negativos. Se de fato houver uma desaceleração no setor, o mundo em sua totalidade pode perder, pois, assim como a indústria de veículos automotores, o segmento aéreo funciona como termômetro avaliativo do mercado global.
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Por Luiz Felipe T. Erdei
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