A aviação civil tem conquistado terreno fértil nos últimos meses, pelo Brasil, devido ao maior otimismo da população, ajustes no setor e, também, compra de passagens aéreas a preços mais rentáveis, com formas de parcelamento inusitadas, independente da quantia a ser expedida pelo turista ou pessoas envolvidas em negócios.
O país tem muitos locais interessantes para os cidadãos conhecerem, como é o caso das águas termais de Caldas Novas, a natureza exuberante da Chapada da Diamantina e as comidas extravagantes, caseiras, da cozinha mineira. Se a possibilidade de investir em viagens pode ser estendida a destino fora das fronteiras, um dos locais que certamente muitos mencionarão é a Europa.
Leonel Rossi Jr., diretor de assuntos internacionais da Associação Brasileira de Agência de Viagens (Abac), a baixa na cotação do euro é, sem dúvidas, o fator determinante na queda vista em passagens ao Velho Continente. Dependendo do destino, a diminuição chega em até 26%, no caso de Paris, que em março do ano passado, em baixa temporada, acarretava custos de aproximadamente R$ 4,2 mil; atualmente, beira os R$ 3,3 mil. Plínio Nascimento, diretor da Associação Brasileira de Operadoras de Turismo (Braztoa), revela que o vulcão islandês foi outro motivo para a queda nos preços.
Se o setor permanecer desse jeito, a classe média, ou classe C, em breve, terá a oportunidade de realizar viagens à Europa, situação que seria melhor se o salário mínimo chegasse ao seu valor necessário para o atendimento de todas as necessidades dos brasileiros, em torno de R$ 2,1 mil.
Fonte UOL
Por Luiz Felipe T. Erdei
passagens aereas Europa, Passagens Aéreas, Passagens internacionais