Fabricantes de aviões existem em vários países, principalmente nos mais desenvolvidos, que conseguem em território fértil economicamente, sustentar larga produção e vender ao restante do mundo aeronaves de qualidade confiável, sejam elas de pequeno, médio ou grande porte.
A Embraer, embora instalada no Brasil, país apontado por especialistas como insuficiente em termos de infraestrutura, comercializa aviões bem recebidos pelas companhias nacionais e estrangeiras. Louis Gallois, presidente da EADS, grupo controlador da francesa Airbus, retificou informações veiculadas pela imprensa de que a empresa teria interesse em colaborar com a fabricante brasileira.
Notícia veiculada pelo portal de economia Terra relaciona que Gallois elogiou, anteriormente, a Embraer, porém nada indicativo de que negociações possam ser estabelecidas, por agora, como forma de competir com os jatos da companhia canadense Bombardier.
Fonte Terra
Por Luiz Felipe T. Erdei
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Devido aos bons números alcançados pelo segmento da aviação civil, a Embraer acredita que, atualmente, existe bom momento para a comercialização de novas aeronaves, embora, segundo Luiz Carlos Aguiar, vice-presidente financeiro da fabricante, o processo de recuperação do setor ainda seja considerado vagaroso.
A afirmação está de acordo com a reversão dos maus resultados atingidos em 2009, quando no primeiro trimestre a Embraer teve prejuízo de US$ 23 milhões. Nos primeiros três meses de 2010, porém, os lucros constatados chegaram à casa de US$ 35 milhões.
O portal de economia Terra relata, por meio do discurso de Aguiar, que o demonstrativo do resultado da fabricante entre janeiro e março deste ano assinalou que o total de campanhas de vendas apresenta-se 250% maior em relação ao último trimestre do ano passado.
Saiba mais informações relatadas pelo VP financeiro da Embraer no Terra.
Por Luiz Felipe T. Erdei
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Depois dos anúncios de que a Bombardier receberá subsídios para lançar sua nova série de aviões, a Embraer e o governo brasileiro passaram a considerar a abertura de uma nova disputa com o Canadá. Em fevereiro deste ano, a companhia brasileira entrou com uma queixa contra a União Europeia, com o argumento de que esta estaria auxiliando a empresa canadense de forma ilegal na construção de sua nova série de jatos.
Segundo a Bombardier, ela já está negociando a venda desses aviões com 60 empresas de todo o mundo. A Lufthansa já teria, inclusive, fechado a compra de 30 deles.
Fonte: O Estado de São Paulo
Por Fabrício Fuzimoto
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O setor de aviação, em especial as empresas fabricantes, passou por momentos turbulentos entre 2008 e 2009. Após a saída do Brasil da crise financeira global, os empresários parecem otimistas quanto às novas possibilidades para este ano, entre eles Mauro Kern, vice-presidente executivo da Embraer.
Ele aguarda que encomendas de jatos comerciais sejam mais concretas neste ano em detrimento ao ocorrido em 2009. Mesmo assim, não acredita que, se isso ocorrer, a produção e entregas sejam exorbitantes, pois o segmento ainda precisa se recompor da crise econômica.
Em reportagem veiculada pela Agência Estado, Kern prevê que o continente latino-americano, o Oriente Médio, a China e a Ásia Europa apresentem demanda considerável de encomendas. Por outro lado, a Embraer acredita que o mercado brasileiro possui grande potencial, pois o desenvolvimento de rotas e destinos tem acontecido a partir de inúmeras companhias nacionais.
No entanto, um impasse continua, de acordo com ele. Uma possível desaceleração na economia e a atual volatilidade nos preços do petróleo mantêm riscos no sentido negativo para o segmento aéreo.
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Por Luiz Felipe T. Erdei
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Após os incidentes ocorridos em vôos por meio das aeronaves da Embraer, a Administração da Aviação Federal (FAA), órgão que regulamenta o segmento aéreo nos Estados Unidos, definiu a substituição de um software de controle eletrônico do motor de cerca de 250 jatos regionais por outro aplicativo, pois o atual é considerado suspeito, por esse instituto.
Há poucos mais de um ano, seis aviões da Embraer com motores da General Electric perderam propulsão ou se comportaram de maneiras duvidosas, tais como não corresponder aos comandos dos pilotos.
A GE, por sua vez, afirma que há oito meses os problemas notados nos motores não mais apareciam. Quando houve problemas, a companhia instruiu as empresas aéreas a instalarem um conserto definitivo. A GE declara que 80% dos aviões alvo dos boletins de segurança da fabricante e dos mandados federais haviam tido reparos.
Por Luiz Felipe T. Erdei
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Em cerimônia realizada na cidade de São José dos Campos, interior de São Paulo, a companhia Embraer entregou à alemã Lufthansa o primeiro jato modelo 195, que será, então, manejado pela Lufthansa CityLine, uma subsidiária da empresa.
O contrato entre a Embraer e a Lufthansa foi estabelecido há mais dois anos, em junho de 2007, que incluiu, na ocasião, 30 pedidos para o jato modelo 190. Esse contrato abarcou, em outras palavras, opções para recebimento de qualquer exemplar da família E-Jets.
Com configuração para 116 passageiros distribuídos em duas classes de serviço, o avião integrará parcialmente a frota regional que a companhia Lufthansa executa em itinerários europeus, bem como para alentar sua rede de variados destinos de longa distância.
Por Luiz Felipe T. Erdei
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