A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) apregoou em 10 de janeiro, por meio do levantamento ‘Dados Comparativos Avançados’, que a demanda de vôos domésticos no primeiro mês deste ano ascendeu 31,6% ante o período igual de 2009, e mais de 13% em rotas internacionais ministradas por companhias aéreas do Brasil.
De acordo com a assessoria de imprensa da Anac, desde julho do ano passado o segmento de aviação civil tem apresentado desenvolvimento expressivo no mercado doméstico, com ascensão de 26% em julho, 22% em agosto, 30% em setembro, 42% em outubro, 38% em novembro e 37,7% em dezembro de 2009.
No ano passado a Anac renegociou acordos bilaterais entre o Brasil e países como Angola, Colômbia, Coréia do Sul, Egito, República Dominicana e Suriname. Portanto, como é possível apreciar a partir de dados da assessoria de imprensa da entidade, rotas e demandas para fora do país contribuíram para esse aumento, permitindo, então, que o Brasil estabelecesse 192 vôos semanais a outras nações.
Por Luiz Felipe T. Erdei
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Informações apregoadas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) apontam que um crescimento de 17,65% no fluxo de passageiros transportados pelo Brasil, durante o ano passado em relação a 2008, foi assinalado pelas companhias aéreas nacionais.
Como base comparativa, apenas em dezembro de 2009 as empresas aéreas relataram um crescimento de quase 38% no fluxo de passageiros conduzidos dentro do país em comparação com o mesmo mês de 2008. A TAM permanece na liderança, com participação de 43,06% nos vôos, seguida proximamente pela Gol, com quase 42%.
Os vôos internacionais operados pelas empresas brasileiras também apresentaram crescimento em dezembro do ano passado ante o período igual a 2008. O percentual assinalado foi de 13,37%, liderado, novamente pela TAM, com participação no mercado em 84,5%.
Por Luiz Felipe T. Erdei
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Uma reportagem interessantíssima da Agência Estado pode contribuir para com o bolso físico e jurídico do país. Recentemente, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) retratou que pretende proibir as companhias aéreas responsáveis pelo transporte de carga internacional a cobrarem taxas adicionais concernentes ao custo do combustível.
Segundo alerta Juliano Noman, superintendente de Regulação Econômica e Acompanhamento de Mercado da Anac, as empresas continuam efetuando cobranças nesse sentido. Isto surpreende, visto que, de acordo com ele, existe, atualmente, uma liberdade tarifária.
A reportagem ressalta que a Secretaria de Direito Econômico (SDE) aconselhará o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) a punir diversas companhias aéreas por conta disso, tais como a American Air Lines, a Air France, a VarigLog, entre outras.
Por Luiz Felipe T. Erdei
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A companhia TAM foi procurada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para prestar esclarecimentos sobre os atrasos ocorridos no dia 19 de novembro pela empresa. Isto aconteceu em virtude de uma paralisação do sistema de check-in, entre 6h e 8h40.
De acordo com a Infraero, 45% dos vôos da TAM programados entre a meia-noite e as 13h da tarde do dia 19 apresentaram atrasos superiores a 30 minutos. Segundo a assessoria de imprensa da Anac, caso sejam constatados os atrasos, a TAM não será penalizada, pois conforme figura a Portaria 676, quando problemas desse tipo ocorrem – check-in –, não há punições.
A Portaria 676 estabelece, também, que qualquer empresa aérea reacomode os passageiros em outro vôo em um período de até quatro horas, ou que, então, indenize o cliente. Se isso não for feito, aí sim, a empresa receberá punição.
Por Luiz Felipe T. Erdei
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